As enroladeiras são responsáveis por formar uma bobina de papel, após o processo de fabricação contínuo da folha, garantindo também que o papel não fique deformado ou rasgue, permitindo fácil utilização posterior.
Enroladeiras necessitam armazenar uma folha contínua de papel formando um rolo de diâmetro pré-definido, enrolado de forma sólida. Quando o diâmetro pré-definido é atingido, sem interromper a chegada da folha de papel, necessita romper da bobina formada e iniciar uma nova bobina. Para isso uma segunda estanga deve ficar a espera num ponto anterior para que ao romper da folha comece a enrolar na segunda estanga. Cada processo precisa ser automatizado por questão de segurança. Após este inicio a bobina formada é deslocada para que a nova bobina tome o lugar e forme uma nova bobina.
Este ciclo de bobinas/estangas pode ser executado manualmente com o uso de pontes rolantes, monovias ou outro artifício, ou pode ser parcialmente ou completamente automatizado.
A automação parcial consiste em depósito para as estangas vazias que as recebe de forma manual mas as coloca na enroladeira de forma automática para início de enrolamento.
A automação completa consiste em automatizar o ciclo inteiro, desta forma as bobinas são conduzidas para a rebobinadeira pneumática ou hidraulicamente e após as estangas estarem vazias as mesmas são elevadas e conduzidas para o depósito sobre a enroladeira, esperando sua vez para retornar ao processo, sem intervenção do operador.
Os acumuladores e retornadores de estanga Ippel são robustos, confiáveis, e se integram perfeitamente às enroladeiras e desenroladeiras Ippel.
As enroladeiras Ippel permitem uma baixa perda de papel nas operações de troca.